Pode parecer que um vulgar computador portátil e a química vivem em mundos diferentes, mas na verdade a própria existência dos portáteis apenas é possível graças a importantes desenvolvimentos da química.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
A Química na Arte XXXVIII
Colesterol
Paracetamol
Loes Modderman
http://www.scienceart.nl/
Todas estas imagens são obtidas através de um microscópio de polarização.
Eles são produtos químicos cristalizados, a área de superfície fotografada é cerca de 1 mm².
Eles são produtos químicos cristalizados, a área de superfície fotografada é cerca de 1 mm².
quinta-feira, 5 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
São horas do chá das 5 ... e da sua química (I)
Sentada numa esplanada em Lisboa, no Rossio, observo o movimento na praça:
Em cima da mesa tenho um chá, um simples chá! Mas afinal o simples chá, não é assim tão simples...
Tal é bem demonstrado pelas regras para fazer um bom chá:
1 – Aqueça água fria. Se a água da torneira é dura, Use água filtrada ou mineral.
2 - Enquanto a água está a aquecer, encha o bule com água quente, deixe aquecer, e escorra-o completamente.
2 - Enquanto a água está a aquecer, encha o bule com água quente, deixe aquecer, e escorra-o completamente.
3 – Ponha no bule 1 colher de chá de chá para cada chávena. Algumas pessoas, especialmente as que tomam leite com o chá, adicionam uma colher extra para o bule. Se usar um infusor, não o encha demasiado.
4 - Para chá preto, deixe a água ferver e retire-a logo do lume.
5 - Para chás verdes e brancos, retire a água do lume antes de começar a ferver, 74 -77 ºC. Ou adicione 1 parte de água fria para 4 partes de água a ferver.
6 – Encha o bule com a água, tape o bule e deixe o chá abrir durante o número correcto de minutos, dependendo do tipo de folha. Em geral, para os chás pretos 4 a 5 minutos e para os chás verdes não mais de 3 minutos.
Embalagem em atmosferas modificadas
Em muitos dos alimentos que consumimos o ar no interior da embalagem foi substituído por outras misturas de gases - embalagem em atmosfera modificada ou atmosfera protectora. Esta técnica é usada para prolongar o tempo de vida e manter a qualidade dos alimentos. De facto, permite:
- Preservar o aspecto, cor, sabor, textura, cheiro...
- Minimizar a utilização de conservantes.
- Evitar ou retardar as degradações enzimáticas e microbianas.
- Criar embalagens mais atractivas e sugestivas.
Os gases utilizados são normalmente aqueles que existem na atmosfera, mas que no interior da embalagem se encontram em proporções diferentes daquelas em que estão no ar.
A composição das misturas de gases usados dependem do alimento e do tipo de mecanismos de degradação. Em geral:
O oxigénio (O2 ) – está presente em quantidades reduzidas para evitar reacções de oxidação, um factor significativo nos processos de deterioração dos alimentos e o desenvolvimento de micro-organismos aeróbicos.
O dióxido de carbono (CO2 ) - é usado por ter um efeito bacteriostático, retardando o desenvolvimento de bactérias.
O azoto (N2 ) – tem como função deslocar e substituir o oxigénio e, sendo um gás muito inerte, não vai causar alterações nos alimentos. O facto da embalagem estar "bem cheia" de gás ajuda ainda a proteger alimentos frágeis de serem quebrados ou esmagados.
Podem nalguns casos ser usados também gases nobres ou concentrações elevadas de O2. O tipo de atmosfera modificada depende muito das características do alimento.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
A Química do Sabor - A química por detrás do gosto e cheiro dos alimentos
E já que falámos recentemente do cheiro das castanhas...
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